Mudez do Adeus
O falar jaz tão carente
Quando um adeus fecha a porta.
Cresce um falto conivente
Com o pranto que não conforta.
É a dor da insensatez,
Quando o peito diz talvez.
O amor já não mais importa...
E a saudade é inclemente.
O falar jaz tão carente,
Quando um adeus fecha a porta.
Sonya Azevedo

Um poema belíssimo, com uma menagem verdadeira.
ResponderExcluirFoi um prazer voltar a ler a tua poesia... Grata.
Tem uma semana muito agradável.
Um abraço-
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Olá! Belas palavras. Obrigada por partilhar. Um abraço
ResponderExcluirSeus sentir e muito verdadeiro.
ResponderExcluirUm grande abraço, poetisa!
Amiga Sonya, boa tardinha de domingo!
ResponderExcluirO adeus empata a abertura da porta do coração.
Lindo poema!
Tenha dias novos abençoados!
Beijinhos fraternos
🪶🖃 Bonsoir Sonya, merci pour tes visites, toujours appréciées comme une présence discrète qui traverse le quotidien avec douceur et respect, que ton week-end s’ouvre comme une parenthèse légère, habité de calme, de lumière tranquille et de moments apaisés, puisse le temps te devenir allié, et déposer sur tes heures un peu de sérénité et de repos bienvenu, bonne soirée à toi, et un bon weekend, dans la simplicité belle des choses qui font du bien, bisou, Régis.
ResponderExcluir⛻༻⚶🦊Lysandre au Secret de Minuit 🐦⬛⚶༺⛻